Old interviews in portuguese

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Old interviews in portuguese

Post by The Key on Sun Jun 01, 2008 12:18 am

Well, maybe I can translate them tomorrow, ok?! Oh, maybe Fran can do it.. cant you?
Laughing


Entrevista de Mark Jansen à Júlio C. Mosca - Rock Connection - 2002



Como está a repercussão do novo álbum Decipher ?

Ele está surpreendendo! O álbum foi lançado em outubro na maior parte da Europa e mais tarde em alguns outros lugares. Especialmente na Holanda, Bélgica, Espanha, Itália e França, tivemos comentários muito bons. No momento estamos fazendo uma turnê pela Holanda e Bélgica. Nós estamos tocando apenas nos finais de semana, porque ainda estamos estudando nos demais dias. As reações têm sido grandes, e a maioria dos shows está lotado. Recentemente, fomos convidados para tocar em um programa da TV alemã e para alguns festivais europeus. Então, as coisas estão indo bem por aqui, espero que aí no Brasil as pessoas tenham gostado de Decipher. Para nós é um sonho poder tocar no Brasil e na Argentina, existiram alguns rumores sobre uma possível turnê pela Argentina, mas eu não sei o que aconteceu.

Como andam os shows de divulgação?

Bem, como eu disse, nós estamos em turnê pela Holanda e Bélgica atualmente, e temos tocado todo o final de semana.

O que inspirou vocês a escreverem o álbum Decipher?

Primeiro de tudo a inspiração veio do álbum anterior Prision Of Desire, isso porque nós iniciamos as composições logo após o término de Prision Of Desire. Nós nos sentimos livres para escrever coisas novas, após um período de 5 anos trabalhando em Prision Of Desire. Boa parte da inspiração musical veio de música clássica, como por exemplo Rachmaninov e Chopin, este último influencia diretamente nosso novo tecladista. Para as letras utilizamos as notícias que acontecem no dia a dia, como os conflitos entre israelenses e palestinos, mas escrevemos todas antes de 11 de setembro.

Qual sua música favorita em Decipher e por que?

Forlorn Hope pois ela traz todos os elementos do After Forever, e a declamação do Rabino dá um ar real a ela. É uma música perfeita para tocar em shows.

Algumas vezes Decipher parece mais melódico do que os álbuns anteriores. Como você o definiria?

Sim, eu penso que isto é verdade. Nós procuramos fazer uma boa mistura entre o melódico e a parte rítmica, e penso que conseguimos.

Fale-nos a respeito da capa de Decipher?

Carsten Drecher foi o responsável pela capa e encarte. Nós demos a ele algumas idéias e letras, e ele trabalhou em cima disso. Quando ele terminou, mandou para nós, e nós dissemos do que havíamos gostado e o que queríamos que mudasse. Foi muito bom trabalhar com ele, um cara muito profissional.

O que você pensa sobre o futuro dos estilos metálicos. E você considera o Metal ultrapassado, como muitos insistem em afirmar?

O Metal nunca morrerá, alguns gêneros deixam de ser tão populares, mas logo voltam reformulados e com outras direções. A boa música sempre sobreviverá.


Agora irei nomear algumas bandas e você me fala o que acha delas.

Antes tenho que te dizer que eu não ouço muito outras bandas, então algumas eu não conheço bem.

Paradise Lost?

Grande banda! Vi há uns oito anos atrás no Dynamo. Grande atmosfera e grandes músicas. Gosto muito de álbuns como Draconian Times e Icon. Mas o som de atualmente não é meu preferido.

Lacrimosa?

Eu sei que ela é formada por um homem e uma mulher, mas não conheço o som.

Iron Maiden

Uma das minhas favoritas de todos os tempos. Grande banda! 7th Son Of A 7th Son e Somewhere In Time são os melhores álbuns em minha opinião.


Dreams of Sanity

Infelizmente não conheço a música deles.

Slayer

Algumas músicas de Season In The Abyss são fabulosas! Grande banda ao vivo.

Tristania

Uma boa banda, mas não é minha preferida. Gosto mais do Nightwish.

Quais são seus planos futuros, pessoais e com a banda?

Nós sempre esperamos alcançar muitas pessoas com nossa música, e estamos trabalhando muito duro para isso. Queremos conhecer o mundo e tocar nossa música. Já estamos escrevendo algum material para o próximo álbum, mas penso que somente no ano que vem entraremos em estúdio. Antes queremos tocar bastante. Meus planos pessoais são fazer um projeto com minha namorada, ela é vocalista. O projeto será uma mistura entre musica clássica, trilha sonora e Metal. Bem diferente do After Forever, mas tenha paciência.


Existe a possibilidade de tocarem no Brasil?

Sim, acredito que seja possível, apenas não sabemos quando. Eu freqüentemente falo com fãs brasileiros pela Internet e alguns me cobram isso.

Depois de todos estes anos tocando Heavy Metal. Como você se sente?

É muito bom poder tocar Metal e eu apenas quero poder continuar a tocá-lo!


Deixe uma mensagem para seus fãs brasileiros?

Ok, eu quero agradecer vocês pela atenção, opiniões e ajuda durante todo este tempo. Espero poder continuar a contar com vocês. Muito obrigado.

Extraída de www.afterforever.com.br




Entrevista de Floor Jansen à And Heavy Metal For All
Antonio R. Junior / Tradução: Aline Messias - 2004




Vocês chegaram ao quarto trabalho com o disco Invisible Circles. Musicalmente, o que diferencia este dos demais álbuns?

Invisible Circles é nosso terceiro disco completo e nosso álbum mais metal! A música é mais bem estruturada, porém complicada e uso mais minha voz, está mais na frente. Todo o trabalho tem o mesmo conceito.

No ano passado foi lançado o mini-álbum Exordium, que serviu como preparação para o novo lançamento. Conte-nos sobre este disco. Por que não foi gravado um álbum completo na época?

Ele é um álbum completo, porém não muito extenso. Melhorou-se muito o disco e algumas coisas para dar aos fãs, como sons extras, por isso a demora do nosso terceiro disco.

O Iron Maiden é uma das grandes influências do conjunto e vocês acabaram incluindo o cover de The Evil That Man Do em Exordium. Por quê?

Porque amamos essa música. Tocamos ao vivo e muitas pessoas começaram a perguntar porque não a gravávamos, então decidimos fazer isso!

Para o lugar do guitarrista Mark Jansen, que deixou o conjunto, foi efetivado o roadie Bas Maas, que estreou nestes trabalhos. Por que optaram por ele?

Porque ele é um grande guitarrista e tem uma grande performance.

Em dezembro agora e fevereiro do ano que vem, o After Forever irá tocar ao lado do Nightwish. Serão duas noites com os dois maiores nomes do metal da atualidade. Qual é a expectativa para estas apresentações?

Realmente eu espero por isso! Sempre é um grande prazer tocar com eles! Nos damos muito bem!

Falando nisso, nos últimos anos houve uma grande explosão de bandas fazendo gothic metal, talvez pelo sucesso desses dois conjuntos. O que acha disso? Você acredita que isso poderá saturar o mercado?

Admiro quando eventualmente quebram tradições. Não tenho em mente o porque que esse excesso não seja bom para muitas bandas. O After Forever nunca amadureceu tanto com isso, porém agora de fato há muitos grupos e nem todos são bons, isso que é saturação e me deixa receosa.

Existe alguma previsão de vinda do After Forever ao Brasil? Quando poderemos assistir a uma performance da banda ao vivo?

Sim! Estamos esperando tocar no Brasil no verão de 2005 (nosso inverno). Ainda não é certeza, mas esperamos que sim!

Em relação ao futuro, quais são os planos do After Forever?

Vamos começar a gravar o novo disco em 2005 e esperamos estar com ele pronto no final do ano. Nós estamos em uma turnê que está indo bem!

Gostaríamos de agradecer pela entrevista e pedir para que deixe uma mensagem aos seus fãs e visitantes do site.

Espero estar com vocês em breve!

Extraída de www.andheavymetalforall.com.br


From:
http://www.spectrumgothic.com.br/musica/bandas/after/bio_after.htm


Last edited by The Key on Sun Jun 01, 2008 12:56 am; edited 1 time in total
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Franneke on Sun Jun 01, 2008 12:25 am

cool interviews! like them alot! Very Happy ( by the way I posted also an old interview with Mark about Sahara Dust, in the Epica forum , I think it's interesting Razz)

I'll try to translate if tomorrow you wont do it, I can help anyway Very Happy ^^

( ps I'm moving this to AF self titled subforum Smile)

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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Sun Jun 01, 2008 12:36 am

Oh, ok!
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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Sun Jun 01, 2008 12:55 am

Entrevista com Sander
Por Guilherme Mitre | Publicado em 08/02/08

O After Forever é uma banda que sempre teve lugar cativo no coração dos brasileiros. Atualmente, a banda é uma das maiores forças dentre as bandas de Metal com mulheres no vocal (rotular de Gothic Metal já não é, há muito tempo, o mais apropriado).
Com a saída de Tarja Turunen do Nightwish, para muitos a banda holandesa assumiu o topo no gênero e as bem sucedidas turnês mundiais do grupo respaldavam isso. Porém, o guitarrista, fundador e principal compositor do After Forever, Sander Gommans, passou por sérios problemas de saúde que vêm merecendo atenção até hoje, fazendo com que a banda anunciasse uma pausa de um ano.

Esclarecendo tudo isso, falando dos novos projetos e planos futuros, o próprio Sander conversou exclusivamente com o Metal Clube:

Metal Clube: Antes de qualquer coisa, Sander, gostaríamos de lhe agradecer pela oportunidade e cumprimentá-lo pelo ótimo trabalho ao longo desses anos!

Sander Gommans: Muito obrigado mesmo! Eu agradeço a atenção de todos vocês.

Metal Clube: Você passou por alguns problemas de saúde como vertigem, convulsões e até stress, que o levaram a cancelar algumas apresentações do After Forever. Como anda sua saúde atualmente de uma forma geral? Seus companheiros de banda lidaram bem com isso?

Sander: Bem, minha saúde está boa, mas quando você trabalha ou se desgasta muito além dos seus limites, você pode se dar mal e é difícil vencer tudo isso. Eu tive que me focar em coisas que me relaxavam, mas obviamente, nem tudo na vida te relaxa e mesmo assim, a vida continua. Naturalmente, tenho que continuar vivendo e trabalhando, apesar da pausa do After Forever em que, aliás, tive total apoio da banda, todos me ajudaram 100%!

Metal Clube: Isso é ótimo, Sander! Podemos passar para o trabalho do After Forever, agora. O último álbum (auto-intitulado) já foi bastante divulgado e bem aceito pelos fãs. Qual o saldo que o After Forever tira dele?

Sander: O resultado foi bom, mas os discos do After Forever causam sempre diferentes opiniões. Nós nunca fazemos a mesma coisa duas vezes e foi assim no último álbum, o que faz que as opiniões sejam distintas. De uma forma geral, ele teve uma aceitação bem positiva pela imprensa e eu me sinto feliz com o caminho que ele tem traçado.

Metal Clube: Segundo você, Sander, esse disco é “mais After Forever, impossível, já que trás elementos de toda a carreira da banda”. Essa fórmula é muito positiva, já que atualmente muitas bandas preferem o caminho da “inovação” que, muitas vezes é ineficaz e até polêmico. Mas, por que a banda preferiu apostar no tradicional? Os novos trabalhos trarão muitas inovações?

Sander: Bem, é como eu digo, apesar das raízes, esse álbum também traz muitas inovações em vários aspectos. Existem novos elementos nas composições, orquestrações, sonoridades, músicos convidados e todo álbum será assim. Eu o chamei de “After Forever” porque ele é uma mistura de todos os outros discos SOMADOS a novas características, mas mixados de uma forma bem melhor. Eu honestamente acredito que nós criamos o melhor que pudemos quando nós o escrevemos. Se houver um novo álbum, nós inovaremos de novo e, acredite em mim, agressivamente.

Metal Clube: Você criou um projeto experimental mais pesado, com influências de Thrash Metal, chamado HDK. Nele, existem participações de diversos músicos, inclusive a do vocalista brasileiro Andre Matos. Comente o projeto e a participação de Andre.

Sander: Andre é uma excelente pessoa e tem a qualidade de querer fazer as coisas sempre perfeitas. Ele também gosta de experimentar novos sons e sua voz soa muito diferente na música que ele gravou para o HDK quando comparada com seus outros trabalhos. Foi ótimo conhecê-lo e tê-lo cantando nesse trabalho. Estou realmente orgulhoso da ajuda que ele me deu nesse projeto. Andre, se você estiver lendo essa entrevista, você arrasa!

Metal Clube: Existe a possibilidade de sair algum álbum ou até uma turnê com o HDK?

Sander: Não. Eu estou finalizando algumas coisas do HDK com o Joost (van den Broek, tecladista do After Forever) justamente por agora e aí falaremos com alguns selos ou gravadoras. É um projeto e não uma banda de shows ao vivo. Eu acho que os fãs do After Forever podem ficar surpresos com a sonoridade do HDK, já que não é apenas Thrash e sim uma fusão de vários outros estilos de Metal, com vários vocalistas e músicos. Para citar alguns participantes, temos Arjen Lucassen, do Ayreon, que está colaborando bastante e ainda Amanda Somerville que criou várias linhas vocais, letras e melodias. Eles todos tornaram o projeto muito versátil. Estou muito ansioso para lançá-lo e ouvir todas as opiniões de vocês.

Metal Clube: Na turnê do último álbum, a banda não se apresentou no Brasil. As previsões, dadas inclusive por você, de que a banda voltará ao Brasil no primeiro semestre de 2008 não se confirmarão por causa da pausa de um ano que vocês irão dar, correto? Sendo assim, existe alguma outra previsão?

Sander: Realmente eu estava planejando uma turnê pelo Brasil nesse período e como você bem disse, infelizmente não poderemos cumpri-la no prazo previsto por causa da pausa que faremos. Eu fico triste por isso, mas queremos oferecer o melhor possível do After Forever e não apenas 50%. Então, uma turnê em 2008 definitivamente não será possível, mas, assim que voltarmos, estejam certos que uma turnê na América do Sul será uma das nossas maiores prioridades. Sempre que alguém me pergunta sobre minhas experiências no After Forever eu falo do Brasil. Nós nunca esqueceremos vocês.

Metal Clube: Vocês já homenagearam algumas bandas ao criarem versões de músicas como “The Evil that Men Do”, do Iron Maiden e “The Final Countdown”, do Europe. Em setembro, em um show em Milão, Itália, foi a vez do Metallica ser lembrado na versão de “For Whom the Bell Tolls”, que ficou bem interessante com os teclados e a voz de Bass Maas. Qual o critério para esses covers e como tem sido a reação dos fãs?

Sander: As reações sempre foram melhores que eu esperava. Eu sempre gostei de tocar covers, é como um sonho que se realiza, especialmente com The Final Countdown. Enquanto banda, decidimos que queríamos tocá-la, mas a razão principal desse cover é a energia que ela tem por trás, mostrando um lado diferente que também faz parte do After Forever.

Metal Clube: Um momento marcante na carreira de duas bandas aconteceu no último dia 26 de novembro quando o After Forever e o Epica dividiram o palco, numa apresentação em Hardenberg, na Holanda. Apesar de você não ter participado, como foi essa reunião? O After Forever tem uma relação tranqüila com Mark Jansen?

Sander: Eu realmente não estava lá e não sei ao certo como está essa atmosfera. Quanto a minha relação com Mark, nos vemos freqüentemente. Nossa relação é muito boa.

Metal Clube: As especulações sobre a gravação de um DVD ao vivo da banda poderão se confirmar no próximo ano? Conte-nos o que já se sabe sobre o projeto.

Sander: Infelizmente, nossa gravadora, a Transmission, detém os direitos de todos as nossas músicas, nossos álbuns ou vídeos. Isso até o novo disco. Ela não tem cooperado em lançar um DVD nosso e por isso ainda não temos um. A Transmission tem feito de tudo para arruinar o After Forever e eu gostaria de saber quando eles pararão com isso. Um DVD seria tão importante para os fãs e para nós da banda... É realmente frustrante não termos lançando um até hoje.

Metal Clube: Mesmo com a pausa de um ano do After Forever, planos futuros devem existir, correto? Quais são eles, tanto da banda como de Sander Gommans?

Sander: Eu estou focado em terminar o meu projeto HDK e, de fato, o After Forever como um todo tirará umas férias de, ao menos, um ano. Serão verdadeiras férias, então tentarei não pensar muito na banda até que as coisas comecem a voltar ao normal. Vamos primeiro ter certeza que ficarei saudável de novo! (risos)

Metal Clube: Sander, muito obrigado pela grande entrevista exclusiva. Por favor, deixe agora uma mensagem aos fãs brasileiros que tanto anseiam por um retorno de vocês.

Sander: Muito obrigado MESMO! Eu já até elogiei o Brasil em uma pergunta anterior e digo mais uma vez que vocês são muito especiais para nós. Nós estamos sempre falando dos brasileiros e das pessoas da América do Sul, em geral. O apoio de vocês é incrível!!! Continuem visitando nossas páginas no MySpace para novidades. Eu regularmente posto coisas novas minhas e do After Forever. Bom, espero vê-los novamente muito em breve. Obrigado!
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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Sun Jun 01, 2008 12:56 am

Entrevista com Sander
Por Rafael Carnovale (Mundo Rock) | Publicado em 20/05/07

MUNDO ROCK – Vamos começar falando do CD “Mea Culpa” (compilação de lados B, raridades). Quando o mesmo foi lançado tanto você como Floor Jansen declararam não concordar com o fato de um CD trazer faixas com Mark Jansen na banda e outro CD trazer faixas lançadas após a saída dele. Essa foi uma das razões pelas quais vocês saíram da Transimission Records e assinaram contrato com a Nuclear Blast?

Sander Gommans – Não (Enfático). Mesmo antes do CD ser lançado já havíamos decidido que não iríamos gravar mais pela Transmission. Eles nos ajudaram muito nos primeiros CDs, mas desde “Invisible Circles” a coisa não estava mais funcionando. Sentíamos falta do apoio da gravadora, o que estava nos prejudicando. Por isso assinamos com a Nuclear Blast, e logo depois “Mea Culpa” foi lançado. Não sou contra o CD, mas lamentei muito não estar envolvido numa compilação do meu próprio trabalho.


MUNDO ROCK – É uma pena, porque aqui no Brasil os fãs adoraram o formato luxuoso e o conteúdo...

Sério? Puxa... isso me deixa satisfeito. Na Europa o pessoal também curtiu e pelo menos isso serviu de alento para nós. Afinal é um resumo da carreira do After Forever.

MUNDO ROCK – Desde “Prision Of Desire” não podemos apenas chamar o After Forever de banda gótica, já que vocês vêm continuamente agregando novos elementos a sua música. Você acha que isso será mantido com este novo CD?

Com certeza. As pessoas sabem que somos uma banda que vai além dos limites do gótico. É claro que o fato de termos uma vocalista ajuda a nos rotular como góticos, e entendo isso perfeitamente. Mas somos muito mais do que isso. No começo ser rotulados como góticos foi até positivo. Mas com o tempo e a evolução acabamos tendo que romper com isso.

MUNDO ROCK – E porque vocês decidiram batizar o CD de “After Forever”?

(Rindo) Bom... todos os nossos CD´s anteriores nos surpreenderam. Todos eram do After Forever e nos representavam muito bem. Mas este foi especial. Não sei dizer se foi devido à maneira que foi composto, ou à maneira que as músicas soaram, mas ao terminar as gravações e começar a ouvir o resultado, nos sentimos muito conectados ao CD, como se ele fosse mais do que apenas um CD com músicas nossas. Nunca fizemos algo que nos representasse tão bem como este CD, por isso foi unanimidade chamá-lo de “After Forever”. Não sei se conseguiremos fazer isso de novo, mas este CD mereceu mais do que tudo que já fizemos ter o nome da banda como título.

MUNDO ROCK – Vocês usaram orquestras no CD e isso ficou muito interessante, como por exemplo na boa “Evoke”. Como se deu essa escolha por orquestras, e não apenas teclados ou “samplers”?

Sempre usamos cordas e “samplers” em nossos CD´s, mas desta vez queríamos trazer uma agressividade “clássica” ao nosso som. Na verdade foi sensacional poder usar uma orquestra no CD, e nos divertimos muito com isso. Pude ouvir o novo CD do DIMMU BORGIR (“In Sorti Diaboli”) e na hora vi que o uso de orquestras funciona bem com qualquer estilo. Logo, sabíamos que estávamos indo no caminho certo.

MUNDO ROCK – Ao mesmo tempo faixas como “Transitory” impressionam pela agressividade. Você não teme que alguns fãs se assustem com tantas guitarras pesadas?

Na verdade eu só tenho medo de que um dia gravemos algo que não nos satisfaça como músicos e pessoas. Isso é o meu maior medo. Sempre tivemos essa premissa no After Forever, gravar o que queremos. Os fãs podem até estranhar alguns momentos de nossos CDs, mas eles sabem que o que estamos fazendo é o reflexo de nossa honestidade musical. É o que eles merecem, o que nós gostamos, e com isso sempre somos apoiados por eles.

MUNDO ROCK – Outro bom momento é o épico de 11 minutos chamado “Dreamflight”. O que você pode dizer desta música, e do dueto entre vocais masculino e feminino no começo?

Sobre o dueto, Bas e Floor foram mágicos, só posso falar isto. Sempre tive em mente que deveríamos escrever uma música longa, mas que fosse interessante, não daquelas que você pula ou adianta para acabar rápido (risos). Neste CD decidimos fazer essa música, e as coisas fluíram tão bem que posso dizer que ela se auto-escreveu, ficando muito interessante. Foi fácil gravá-la, e a considero como um dos grandes momentos do CD.

MUNDO ROCK – Quando Joost se juntou à banda vocês ganharam um grande tecladista e um ótimo compositor. Como foi a contribuição dele em “After Forever”?

Joost já havia sido fundamental em “Remagine” (CD anterior). Ele e eu escrevemos quase tudo no CD. Depois que Mark Jansen (Epica) saiu, escrevi tudo nos CDs “Exordium” e “Invisible Circles”, e ter Joost como parceiro de composição é sensacional. Ele e eu temos uma sintonia fantástica, e o processo fica muito mais rápido e ágil. Sem contar que tanto eu como ele conseguimos facilmente captar um o pensamento do outro, podendo nos complementar como compositores. Além do que tenho um grande amigo e um cara muito gente fina na banda.

MUNDO ROCK – Floor está sensacional neste CD, tanto como cantora lírica como cantora de heavy metal. Alguns anos atrás Tarja Turunen (ex-Nightwish) declarou que ela não deveria tentar ser uma cantora lírica porque não teria como conseguir. Você chegou a ler essa entrevista?

Não, e nem leria. Não me interesso por esse tipo de declaração. Só posso dizer que Floor está cantando demais. De fato ela precisa evoluir muito em algumas partes, mas já é uma grande cantora, e acredite que eu digo, ela não cantou tudo o que pode neste CD. No mais, o que posso dizer? Mulheres... sempre falando umas das outras (gargalhadas).

MUNDO ROCK – São as mulheres dominando o metal! (mais gargalhadas)

Pois é! O tal “Girl Power”! (risos).

MUNDO ROCK – Você teve que se ausentar da banda por alguns shows, chamando George do Orphanage para substituí-lo. Sabemos que você teve alguns problemas de saúde. O que aconteceu?

Bom, há 7 anos eu levo minha carreira com o After Forever, conciliando-a com meu trabalho como professor. Sempre fui líder dentro do After Forever, cuidando além da parte de composição, que antes fazia junto com Mark, da organização e planejamento. Quando Mark saiu fiquei compondo tudo sozinho até Joost entrar no grupo e assumir esse posto junto comigo. E foram anos de muito desgaste, até que eu decidisse largar meu emprego de professor e me concentrar exclusivamente na banda. Só que eu já havia submetido meu corpo a muito stress e muita pressão, e o mesmo passou a reclamar. Sentia muitas dores por todo o corpo durante as turnês, e no começo deste novo giro a coisa piorou, com vários outros sintomas. Fui ao médico e o mesmo me proibiu de excursionar por um tempo, para poder me recuperar e voltar à ativa de maneira efetiva. Por isso optei por dar este tempo agora. No momento estou repousando e relaxando ao máximo, mas tão logo possa retornar eu retornarei.

MUNDO ROCK – E como vão as coisas no seu projeto HDK? Como foi trabalhar com o cantor brasileiro Andre Matos?

No HDK eu escrevi tudo novamente (risos). Era um desejo meu trabalhar um som bem mais direto e agressivo do que o After Forever, mas com traços melódicos. Tive a ajuda de Ammanda Sommerville (AINA) nos coros, e ela acabou por nos ajudar no CD novo do After Forever também. Um dia conversava com ela sobre precisar de um vocalista que tivesse essa característica melódica, e ela sugeriu o Andre. De pronto eu concordei e ela me informou que ele estava na Alemanha preparando seu novo CD. Fomos visitá-lo no estúdio e de cara ele topou. O resultado ficou ótimo, sendo bem mais agressivo até do que eu e ele planejáramos. Foi muito bom, o cara é gente fina e tudo funcionou muito bem.

MUNDO ROCK – Você poderia nos citar 5 músicas com vocalistas femininas que você recomenda?

Essa eu vou ficar te devendo... na verdade não escuto muitas bandas com vocalistas femininas. Chega a ser irônico, porque minha banda tem uma! (risos) Só que nunca me liguei muito nessa característica. Eu poderia lhe citar o Nightwish, talvez a exceção nesse meu ponto fraco, já que é uma das poucas bandas que escuto além da minha (risos). Desculpe, mas se servir de ajuda, toque qualquer uma deles! (gargalhadas).

MUNDO ROCK – O After Forever terá uma turnê agitada este ano, tocando em vários festivais como o ProgPower e o Earthshaker, mas há planos para a América do Sul? O que você pode falar da última turnê, com um festival (Live N Louder) e várias outras datas?

Claro que queremos voltar tão logo seja possível e posso dizer que é algo que acordei comigo mesmo: melhorar para voltar para a América do Sul. Toda turnê que fazemos é sensacional. Todo público para o qual tocamos é mágico, mas quando vamos para o Brasil e a América do Sul a coisa atinge o seu ápice. É sensacional como vocês se doam ao artista em um show. A troca de energia faz o público sul-americano ser incomparável a qualquer público do universo. Por isso temos que voltar, e logo.

MUNDO ROCK – Sander, obrigado pela entrevista e melhoras. Nos vemos no Brasil!

Obrigado pela mensagem e fico feliz por esta chance de tocar para vocês. Mal posso esperar para mostrar nossas músicas novas aos fãs Brasileiros. Preparem a caipirinha e o som porque estamos chegando. E eu prometo: me recuperarei a tempo de ir para o Brasil!
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Franneke on Sun Jun 01, 2008 1:49 am

nice ones! the first one already knew it

pity that damn South american Tour never happen ¬¬
Sad

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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Sun Jun 01, 2008 2:02 am

Yeah.. it's sad..
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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Fri Jul 18, 2008 4:56 am

Interview with Floor, Fran!!
http://whiplash.net/materias/entrevistas/004580-afterforever.html



O After Forever já deve estar em território brasileiro exatamente neste momento em que você lê essa entrevista. O grupo holandês vem pela primeira vez a nosso país para um show muito aguardado, celebrando quatro anos de sucesso mundial.

Em entrevista exclusiva ao Whiplash!, realizada pouco mais de uma semana antes da turnê, a simpática Floor Jansen nos falou de toda a expectativa para as apresentações no Brasil e na América do Sul, além de comentar brevemente o próximo álbum de estúdio, “Remagine”, que será lançado por aqui em Outubro, através da Hellion Records.

Whiplash! – Vocês estão vindo para o Brasil pouco antes de lançarem um novo álbum, e já algum tempo após o último disco, “Invisible Circles”. Não é o que tradicionalmente vemos, digamos que é uma turnê inusitada...

Floor Jansen – (risos) É verdade, já que geralmente saímos para promover um álbum logo após o seu lançamento. Porém, eu diria que é uma turnê especial, mais do que inusitada. Completamos o trabalho em “Remagine”, nosso próximo CD, e não poderíamos perder a chance de tocar no Brasil e em outros países da América do Sul. Estamos muito felizes.

Whiplash! – Temos um tempo curto, mas antes de seguirmos com a conversa sobre a turnê, gostaria de saber mais sobre “Remagine”. Pode nos adiantar algo?

Floor Jansen – O que posso adiantar é que... bem, será um ótimo disco (risos). Bom, “Remagine” é realmente um passo a frente em nossa carreira. Vejo-o com todas as características do After Forever, contudo trazendo novas idéias à nossa música. Temos melodias bem fortes para nossos fãs, e músicas que marcarão nossa história.

Whiplash! – Por falar nisso, ocorreram várias dificuldades durante a pré-produção de “Remagine”, inclusive o câncer do baterista Andre Borgman. Quais meios o After Forever encontrou para trabalhar com isso e superar a situação adversa? Como está Andre?

Floor Jansen – Todos os problemas que enfrentamos fizeram de “Remagine” um álbum ainda mais apaixonado e pleno de intensidade. Vai além de que qualquer outro que já gravamos. Nos assustamos e sofremos com a doença de Andre e vimos quão bom ele é no material que gravou na pré-produção. É incrível como sua bateria soa bem e você concordará comigo ao ouvir o CD. Felizmente ele está curado, passando muito bem agora. Inclusive já voltou a tocar conosco e estará aí no Brasil.

Whiplash! – Isso é ótimo. Quando foi esse retorno?

Floor Jansen – Recentemente, no Fields Of Rock (N. do E.: famoso festival holandês) em Junho. Desde então já fizemos alguns shows, e ele está em perfeita forma.

Whiplash! – Sabia (risos). Acompanhei o Fields Of Rock e a bateria seguia com perfeição o que vocês gravaram nos álbuns...

Floor Jansen – (risos) Era ele mesmo. Você estava aqui então? Que loucura. Esperamos muito pelo momento do retorno de Andre, e foi incrível tê-lo no palco conosco novamente, principalmente por ser um show muito especial.

Whiplash! – Exatamente, eu já me preparava para falar sobre isso. Como vocês se sentiram num festival daquela proporção, com bandas como Black Sabbath, Velvet Revolver, Audioslave, Rammstein, etc?

Floor Jansen – Nossa, é impossível descrever. Tocar no mesmo festival que o BLACK SABBATH com Ozzy Osbourne é muito especial. E tantas outras bandas enormes em todo o mundo estiveram lá também. Foi incomum, inacreditável, uma honra para todos nós. Melhor ainda por termos a consciência de que fizemos um show muito consistente e que agradou ao público.

Whiplash! – E agora o Brasil, a América do Sul. Quais as suas expectativas para essa turnê?

Floor Jansen – Estou extremamente feliz e curiosa. Recebemos incontáveis mensagens do Brasil, e os fãs são muito carinhosos conosco. Acho que encontraremos um público entusiasmado, e corresponderemos a isso. Nos divertiremos bastante, tenho certeza. Já estivemos próximos à América do Sul, tocando no México por duas vezes, e foi ótimo. Agora finalmente chegamos a Brasil, Argentina, Colômbia e Chile, e só temos boas expectativas.

Whiplash! – E o que esperar no set list? Algum adiantamento quanto a isso?

Floor Jansen – Não com nomes de músicas (risos). Mas, bem, é a nossa primeira vez aí, e escolhemos um repertório abrangente, com material desde “Prison Of Desire” até “Invisible Circles”, no mínimo. As pessoas que vêm nos acompanhando gostarão bastante, pois levaremos o melhor que o After Forever tem a apresentar.

Whiplash! – Floor, foi um prazer falar com você. Esperamos pelo After Forever...

Floor Jansen – Muito obrigada. Nós é que aguardamos por todos vocês nos shows. Falta uma semana e meia para chegarmos no Brasil, mas parece uma eternidade. Mal posso esperar por passar em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro. Nos vemos em breve!!!

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Re: Old interviews in portuguese

Post by Diane on Sat Jul 19, 2008 8:14 pm

How do these translate into English? Razz
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Ktsunami on Mon Jul 21, 2008 5:35 am

Surprisely I can follow them. Razz perhaps portugeuse is closer to spanish than i thought... lol
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Re: Old interviews in portuguese

Post by The Key on Mon Jul 21, 2008 7:19 pm

Oops.. sorry girls.

you can translate them by http://babelfish.yahoo.com/

Yeah, portuguese and spanish are similar.
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Diane on Mon Jul 21, 2008 11:35 pm

Thanks Very Happy
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Franneke on Tue Jul 22, 2008 11:11 pm

Ktsunami wrote:Surprisely I can follow them. Razz perhaps portugeuse is closer to spanish than i thought... lol


oh, I didnt know you know spanish Kayleigh! that's cool Very Happy we could have a good chat someday Laughing
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Re: Old interviews in portuguese

Post by Ktsunami on Fri Jul 25, 2008 6:19 am

Franneke wrote:
Ktsunami wrote:Surprisely I can follow them. Razz perhaps portugeuse is closer to spanish than i thought... lol


oh, I didnt know you know spanish Kayleigh! that's cool Very Happy we could have a good chat someday Laughing
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